quarta-feira, 20 de junho de 2012

Para Ele                                                             

Que desde o começo me fez quebrar convenções pré-estabelecidas dentro de mim. E que bom foi descobrir que a vida pode ser mais leve, menos programada, menos burocrática, por assim dizer. E, assim, mais gostosa.
Que me fez compreender o amor de I Coríntios 13, que tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
Que me faz acordar todo dia querendo ser uma pessoa melhor.
Que me surpreende a cada dia como esse amor-doação.
Que tem o dom incrível de me fazer sentir única. 

Ele. Que me fez entender que sonhos não são inatingíveis, desde que tenham nascido do coração de Deus.
Vem. Pode jogar água, pode beslicar. Porque o meu sonho é real.


segunda-feira, 18 de junho de 2012

Vai, desarme-se. Despoje-se, clame auxílio, grite se for necessário. O próprio Deus soube pedir ajuda quando a cruz lhe pesou.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Sufoca.
Angustia.
Faz-me ficar sem ar não ter você por perto.

Alivia.
Liberta.
Faz-me forte saber que nem por um segundo você esteve longe. Porque, diferentemente da matemática, tão limitada, tão cheia de regras, o amor permite que um mais um seja, então, um também.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

E como num estalo, você percebe que é você que precisa mudar.
Não, não é o fim do mundo reconhecer nossas inabilidades, fraquezas.
Fim mesmo, é ter a síndrome de Gabriela. Você não nasceu assim. Deus te fez perfeito. Pode até ter sido que com o tempo, você tenha crescido e adquirido esses desvios. Mas você não precisa morrer assim. Você só precisa se entregar a ação do Espírito Santo sem esquecer de uma coisa: sem você mesmo, sem sua luta, nada muda. Deus é respeitoso, te deu livre arbítrio. Ele respeita até a burrice de querermos persistir no erro.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Entregar-se sem limites.
Abandonar-se nos braços Dele.
Sonhar sempre. Lembrando de colocá-Lo à frente.
Nada menos que o melhor reservado para mim. Para você.
Meio? Fé.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Sabe, amor é decisão.

Muito se fala sobre isso, mas você só entende quando passa a experenciar.

A paixão é algo que vem de fora e te pega de jeito, é como uma verdadeira Revolução Francesa na sua vida. Sim, porque ela é tão angustiante, sufocante, que parece que você seria capaz de se dispor a ser decapitado se não pudesse ficar ao lado da pessoa que roubou seu coração.

Mas o amor não. Você decide amar aquela pessoa por quem um dia você se apaixonou. Pois agora você conhece cada gosto e qualidade da pessoa, só que também sabe de cada mania estranha, de cada defeito. Ó apaixonados, não me crufiquem por dizer que o ser amado possui defeitos! É a verdade, nós seres amantes bem o sabemos. Contudo, decidimos amar mesmo assim. Porque o amor, ah, o amor! Esse vem de dentro, da alma, e nos sucumbe de tal forma que nos faz capazes de amar "apesar de".

No fundo, a tal Dona Paixão que é cega. O amor não. Ele é quatro-olhos, daqueles bem fundo de garrafa. Só que é ele é decidido, temoiso. E quando chega, fica. E pronto. Sem mais o quê, sem mais porquês.



quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Aos meus amigos do treinamento de engenharia na frente operacional


Às vezes, quanta significância pode ter uma simples folha de papel. Um telegrama com a convocação para um concurso, uma carta inesperada, a certidão de nascimento do seu filho.
Ontem, eu tive a consciência, também através de um pedaço de papel, de quão frágil pode ser o rumo da nossa vida. Uma única coisa era passível de ser percebida em nossos rostos enquanto uma mulher anunciava o nosso futuro próximo, contido ali: apreensão. Depois, de poucos instantes, ao ouvir (ou não) seu nome em uma certa listagem, era possível perceber, então, semblantes diversos em todos nós. Alegres, eufóricos, tristes, revoltados, compassivos. Porque sim, como é difícil não se compadecer diante da tristeza do outro, mesmo que haja alegria pela sua conquista.

Era como se fôssemos, me desculpem a comparação, como produtos de um supermercado a serem comprados, esperando ansiosamente estar na lista de certo comprador. Muitos continuaram ali, no supermercado mesmo, sem, aparentemente serem atraentes. Ou então, foram escolhidos por quem não imaginavam, por quem não queriam.... “esse cara que parece não saber nem fazer miojo resolveu me levar?” Outros, foram pegos rapidamente e já esperam fazer parte da próxima receita da dona-de-casa com cara de boleira experiente.

Mas quem disse que permanecer no supermercado é tão ruim assim? O produto não sabe se aquela pessoa que te levou é um bom cozinheiro, se vai produzir pratos apetitosos com ele, se a comida será preparada com cuidado e carinho... Ou ainda, quem sabe ele não seja esquecido na prateleira de casa, sem oportunidade para mostrar sua qualidade? E, por fim, quem imagina que aquele cara, que não parece nem saber fazer miojo vai se mostrar um grande chef?

Que possamos aprender a viver cada momento das nossas vidas que, no fundo, são muito frágeis sim. Precisamos é fazer com que isso se torne favorável a nós. Apreciemos cada minuto. Se hoje nada nos parece bem, não esperemos que isso seja o fim do mundo. Enquanto o que você tanto espera acontece, carregue lições do que você está vivendo. Nada do que vivemos é inútil. Amanhã tudo pode ser diferente e isso dependerá muito de como você vai se portar. Seja sempre um produto visível, disponível e, pode ter certeza, uma hora a sua oportunidade vai aparecer. Sempre tem um maluco por aí que prefere espinafre a batata frita. E isso não significa absolutamente nada, somente que somos seres diferentes, cada um com sua importância.

E que graça teria este mundo se todos fôssemos como vários potes de conserva iguais, por exemplo? Que sabor teria a nossa comida?