sexta-feira, 20 de julho de 2012

A amizade é o melhor exemplo de que o amor é construção.
Você não nasce amigo de alguém. Pequenos momentos são os tijolos do Edifício Amizade. O cimento que os liga? Partilha. São as dificuldades repartidas e as alegrias vivenciadas com o outro que fazem da amizade uma casa construída na rocha. Na rocha da confiança, da intimidade, do saber dividir.

Ser amigo é olhar nos olhos e simplesmente sentir o outro.
É amar quando o outro mais precisa, apesar dos erros, das diferenças, de palavras desencontradas, de ausências.
É doar-se. Sem reservas. 
É encontrar o amigo depois de muito tempo e sentir como se nunca houvesse existido tempo e distância. 
Porque, na realidade, não houve mesmo. Haveria espaço para longinquidade, onde há tanta verdade? 
A amizade é um lugar sagrado no qual esta tal verdade reside. Porque lá você não tem medo de ser simplesmente quem é. 

Obrigada Senhor por ter me dado a oportunidade de construir junto com pessoas tão queridas este sentimento tão belo.






quarta-feira, 20 de junho de 2012

Para Ele                                                             

Que desde o começo me fez quebrar convenções pré-estabelecidas dentro de mim. E que bom foi descobrir que a vida pode ser mais leve, menos programada, menos burocrática, por assim dizer. E, assim, mais gostosa.
Que me fez compreender o amor de I Coríntios 13, que tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
Que me faz acordar todo dia querendo ser uma pessoa melhor.
Que me surpreende a cada dia como esse amor-doação.
Que tem o dom incrível de me fazer sentir única. 

Ele. Que me fez entender que sonhos não são inatingíveis, desde que tenham nascido do coração de Deus.
Vem. Pode jogar água, pode beslicar. Porque o meu sonho é real.


segunda-feira, 18 de junho de 2012

Vai, desarme-se. Despoje-se, clame auxílio, grite se for necessário. O próprio Deus soube pedir ajuda quando a cruz lhe pesou.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Sufoca.
Angustia.
Faz-me ficar sem ar não ter você por perto.

Alivia.
Liberta.
Faz-me forte saber que nem por um segundo você esteve longe. Porque, diferentemente da matemática, tão limitada, tão cheia de regras, o amor permite que um mais um seja, então, um também.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

E como num estalo, você percebe que é você que precisa mudar.
Não, não é o fim do mundo reconhecer nossas inabilidades, fraquezas.
Fim mesmo, é ter a síndrome de Gabriela. Você não nasceu assim. Deus te fez perfeito. Pode até ter sido que com o tempo, você tenha crescido e adquirido esses desvios. Mas você não precisa morrer assim. Você só precisa se entregar a ação do Espírito Santo sem esquecer de uma coisa: sem você mesmo, sem sua luta, nada muda. Deus é respeitoso, te deu livre arbítrio. Ele respeita até a burrice de querermos persistir no erro.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Entregar-se sem limites.
Abandonar-se nos braços Dele.
Sonhar sempre. Lembrando de colocá-Lo à frente.
Nada menos que o melhor reservado para mim. Para você.
Meio? Fé.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Sabe, amor é decisão.

Muito se fala sobre isso, mas você só entende quando passa a experenciar.

A paixão é algo que vem de fora e te pega de jeito, é como uma verdadeira Revolução Francesa na sua vida. Sim, porque ela é tão angustiante, sufocante, que parece que você seria capaz de se dispor a ser decapitado se não pudesse ficar ao lado da pessoa que roubou seu coração.

Mas o amor não. Você decide amar aquela pessoa por quem um dia você se apaixonou. Pois agora você conhece cada gosto e qualidade da pessoa, só que também sabe de cada mania estranha, de cada defeito. Ó apaixonados, não me crufiquem por dizer que o ser amado possui defeitos! É a verdade, nós seres amantes bem o sabemos. Contudo, decidimos amar mesmo assim. Porque o amor, ah, o amor! Esse vem de dentro, da alma, e nos sucumbe de tal forma que nos faz capazes de amar "apesar de".

No fundo, a tal Dona Paixão que é cega. O amor não. Ele é quatro-olhos, daqueles bem fundo de garrafa. Só que é ele é decidido, temoiso. E quando chega, fica. E pronto. Sem mais o quê, sem mais porquês.